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FALANDO DE SENTIMENTOS ILHADOS NO MEU PEITO!


Gostaria muito de não ter que dizer
sobre estes sentimentos ilhados dentro do meu peito!

A sua atemporalidade incute,
na minha saltitante alegria,
o lado martirizante da amargura!

E o coração em frêmito não se
atira mar afora para respirar outros ares!...

ou até morrer neles!

Gostaria de desdizer muitas coisas que
me tolheram a oportunidade do riso,
o abraço de aconchego sem despedidas,
o suspiro de realização e
o aceno de pura saudade!

Fico sem tempo toda vez que quero tempo!

Ele é matreiro como o bote da serpente e
não consigo enrolar seu mistério nem quando
paro o seu marcador!...

A lua se atocha em meus olhos
anunciando que mais um dia se foi...
perdido e
encontrado no encantado
da achada solidão!

©Balsa Melo
28.05.06
Cabedelo - PB
 
BALSA MELO (POETA DA SOLIDÃO)
Enviado por BALSA MELO (POETA DA SOLIDÃO) em 06/11/2007
Código do texto: T726437
Classificação de conteúdo: seguro

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Sobre o autor
BALSA MELO (POETA DA SOLIDÃO)
Uberaba - Minas Gerais - Brasil
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BALSA MELO (POETA DA SOLIDÃO)