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TODO O RESTO É LIXO

Que se abram todas as portas
E que de todas elas surjam assim
Reminiscências de ti.
Como se tudo em volta
A teu bel prazer pertencesse,
E compusesse partes dessa beleza descomunal
Aos pobres e desgostosos transeuntes.
A toda, verte-se em dor
O vasto reino que te inveja
Ao descobrir que é teu
Esse palácio de marfim
Que chamo eu de corpo
E de sala secreta o coração.
Possuído, enfeitiçado me manténs
À mercê de tuas rédeas
Domado, quieto, calado,
Bestializado por seres tão cândida.
Agradeço, sim, aos céus
E aos seus desejos permitidos
Condicionando minha alma
A te querer sempre.
No mais todo o resto é lixo
O meu futuro em tua mão está
Agora é contigo.

C.A.D .S.T.C.
Rodrigo Messias Cordeiro
Enviado por Rodrigo Messias Cordeiro em 09/11/2007
Reeditado em 10/11/2007
Código do texto: T730506

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Sobre o autor
Rodrigo Messias Cordeiro
Feira de Santana - Bahia - Brasil, 34 anos
276 textos (13984 leituras)
9 áudios (1187 audições)
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Rodrigo Messias Cordeiro