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SILHUETA

Abrir o coração,
falar de ti,
cobre-me a alma
de lembranças queridas,
que repasso
feito um rosário.

Você chegou,
marcou meu mundo,
e se foi,
qual revoada de pássaros.

A canção, ainda ouço,
feito soluços guardados,
ou a sonoridade
de uma solidão,
a lembrar
as manhãs do nosso tempo.
Um silêncio,
um olhar
bastaram
para que se fizesse noite.

Um tornado
levou-te para longe.
A inclemência  do frio
congelou a alma,
fragmentou a vida.

Genaura Tormin
Enviado por Genaura Tormin em 18/11/2005
Código do texto: T73114
Classificação de conteúdo: seguro
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Sobre a autora
Genaura Tormin
Goiânia - Goiás - Brasil, 71 anos
311 textos (395690 leituras)
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Genaura Tormin