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Sei de mim nas horas incertas,
solitárias que agonizam lágrimas,
dos ecos que me devolvem gritos
lágrimas em gotas de chuva vem

sei de mim em noites escuras,
olhos abertos, insones, aflitos,
pulsar de vida quase extingue,
sonhos mortos esvaindo fantasmas,

sei dessa alma que me habita,
cuja presença quase ingrata
aos poucos, perdida receio,
indefinida, em delírio me mata

10/11/07
Marilda Lavienrose
Enviado por Marilda Lavienrose em 10/11/2007
Reeditado em 30/05/2016
Código do texto: T731361
Classificação de conteúdo: seguro

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Sobre a autora
Marilda Lavienrose
Campinas - São Paulo - Brasil
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Marilda Lavienrose