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Tempos lilases

À flor da pele ensimesmada
Luto & luto
o peso da balança
a medida não alcança
com pensas danças
sóis diluídos
heróis roídos
Traças
mitos
vultos
ritos
passagens
passagens
passagens
espectros
cataplasmas
o cacto
o caco
o vidro
o salto
vertigem
anjo caído
nu
céu
d
e
s
m
i
s
t
i
f
i
c
a
d
o
Diga ao povo que fico!
no refúgio
incensário
do vício
defumada arrisco
Desfio-me
na rota
de um vagão descarrilhado
na velocidade da luz
que o corpo inflama
incorporo
poro
suAVE peno
desço ao inferno
padeço
enlouqueço
enceno
aceno(A Deus)
Ao morto vivo
a teu extremo...
ardo
não sou ameno
uma gota vive
no mar da inquietude
um desejo
de estrela
ca
dente
mordo
a vida metáfora
indecente
cânfora
no rastro
da prece
crucificada
des
espero
in

lente
espião
da mente...
alhos e bugalhos
na minha sala
de estar ausente
entre vales velas ventos
valho ao menos
somatório de tudo
nu nada
tremo
Cremo
A hora pro
metida
enfurnada
des
medida
Gás lacrimogênio
Izabella Gamellas
Enviado por Izabella Gamellas em 20/11/2005
Código do texto: T73907
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Sobre a autora
Izabella Gamellas
São Luís - Maranhão - Brasil
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Izabella Gamellas