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da morte

DA MORTE
Vou crescendo, vou indo embora
Adeus missas e botões
Morro e tenho vez
Do fundo da garrafa
Do fundo da sala
Ai, ai. Tambores
Que não sei tocar
Labirintos na pele
Amantes passivas
Chefes de arruaças
Passivas
Preliminares ativas
Secas. Molhadas, encorpadas
Para que nunca se esqueça
Livre da solidão humana
Vou firme ao buraco.
Pálido e mudo.
Amor no peito
Traje de gala
Sapatos lustrados
Lágrimas inconstantes
Astral.
E cadê você?
catrofe
Enviado por catrofe em 16/11/2007
Código do texto: T739677
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Sobre o autor
catrofe
Montes Claros - Minas Gerais - Brasil, 38 anos
39 textos (823 leituras)
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