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O LUTO


A VOLTA DO FINAL, FOI TÃO DISTANTE,
A RUA COMPRIDA, EU ELEGANTE,
NAQUELA ROUPA PRETA.

LEMBRANDO-ME DAS NOITES DE AMOR,
E AGORA ESTA DOR,
O DESTINO ME PREGOU ESTA FALCETA.

RIO SÓ DE LEMBRAR DOS DIAS DE SEXO,
ONDE O CÔNCAVO E O CONVEXO,
ERAM SÓ PRAZER.

ELE EM MIM E EU NELE,
E QUEM DIRIA Q AQUELE,
DIA, IRIA, ANOITECER?

A NOITE SOMBRIA,
LEVOU MINHA ALEGRIA,
PQ ELE MORREU.

ELE SE FOI, DE REPENTE,
INEXPLICÁVEL, NÃO APARENTE,
MOTIVO PQ ELE FALECEU.

AGORA O JEITO É RELEMBRAR,
DAS CARÍCIAS MAIS MULDANAS,
E ME ENTREGAR.

AO DESEPERO DE FICAR SOZINHA,
DE MANHÃ MESMO, OU AGORINHA,
AGORA SÓ ME RESTA, CHORAR!

XXX//XXX LÉA, 17/11/07
LÉA MARINHO
Enviado por LÉA MARINHO em 18/11/2007
Código do texto: T741707
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Sobre a autora
LÉA MARINHO
Volta Redonda - Rio de Janeiro - Brasil, 55 anos
1167 textos (67248 leituras)
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LÉA MARINHO