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Metade Mulher

Invado o teu espaço premente
das sombras escuras, a agrura,
sou só um ser doente
silente e,  sem cura;
 
Do tempo de outrora,
onde carrego um resto de vida,
transporto a dor, de dentro pra fora,
e, não encontro a saida.
 
A areia que mede o tempo,
a fragilidade do vidro,
não faz meu compasso mais lento,
nem refaz o caminho perdido;
 
Entranho-me em tua luz assim,
na ânsia de um abrigo perene;
mas, a vida toda tênue,
faz do meu pranto, apenas folhetim...
 

Lara
Enviado por Lara em 22/03/2005
Código do texto: T7435
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Sobre a autora
Lara
Campo Grande - Mato Grosso do Sul - Brasil, 61 anos
113 textos (9671 leituras)
3 e-livros (253 leituras)
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Lara