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Quimera

Saudades...
Disse certo dia que era lindo!
Bobinho acreditou.
Brincou com seu jeito dramático de ser.
Não compreendeste sua maneira intensa do sentir.
Dizia: Gosto de você.
Ele seguia acreditando.
Ficaram confusos, queriam entender o que estava acontecendo.
Surgiram dúvidas, e logo a reflexão: O que seria da vida sem um sonho?
Nascera um sonho? Tão rápido e profundo desejo.
Só queria ser diferente para viver algo marcante e me torna inesquecível na sua vida.
Adoro você demais...
Começou a sonhar.
A saudade era mútua, não queria que ele sumisse.
Parecia gostar dele.
Deparava-se pensando nele, que havia em pouco tempo,
se tornado especial, sem ao menos saber o motivo.
Palavras mal usadas, e mal interpretadas...
Tristeza!
Magoa no ar.
Desculpas para lá, e para cá.
Já faz dias que não trocam um olhar,
dias que o telefone parou de tocar.
As mensagens foram, porem não voltaram.
Os e-mails jamais partiram dela, apenas respondidos.
O tempo vai passando, e a chama estremece.
A distância sempre foi uma realidade, agora mais ainda.
Será um sonho que não se realizará?
Será que era apenas um conto de fadas?

Continuação...

Se encontraram novamente,
eles percebem o quanto é bom estarem juntos...
Rolou umas análises, uma tentativa de compreender o outro!
surpresa!
Parece que você convive comigo diariamente,pois mesmo com essa certa distância,você conseguiu desvendar um pouquinho do meu jeito de ser, e de lidar em algumas situações.
Você esta no meu coração.

continuação...

Me sentia estranho, a um momento parecia estar nas nuvens,
agora pareço estar vuando sozinho, ela não me dar tanta atenção,
ah! e como preciso disso,  já percebi e compreendi que preciso respeittar seu jeitinho de ser, um pouco inconstante diria!
Logo, tive que me localizar na situação e disse:
Gosto de você, quero algo a mais, quero uma história, mesmo que essa seja apenas um momento.
Voce tambem quer isso?
Ah! você tem quem viver a sua vida..
Ohh!! mas eu vivo, não entendi?
Não deve ficar ligado nisso, deixa acontecer.
Minha filosofia é outra:
Eu faço acontecer!
Võcê pula? eu pulo?
e ai??
Pulo oras!
acredito em você!

continuação

Então seguiu, desejou sua presença em um nascer-do-sol numa praia distante, ficou tão confuso com seus sentimentos que beijou outra mulher, e depois veio o vazio, por perceber que não era quem gostaria, se sentiu culpado e mesmo assim foi corajoso em admitir  o fato, e deixou claro sua frustração, pois percebeu que não importava o lugar ou quem pudesse ter naquele momento, nada iria preencher o lugar que ela ocupara, correu o risco de não ser compreendido...

E só depois ela explicou o sentindo do que havia falado antes...

Eu pulo....so que fora!!!
 
E no dia seguinte, acordei! algo estava estranho  o sol não abriu, a chuva caiu, senti um vento gelado no meu peito, e foi quando pude ver
que a roubaram de mim, que havia perdido! O silêncio tomou conta, e percebi que palavras são só palavras, apenas palavras!!









tilipe santos
Enviado por tilipe santos em 21/11/2007
Reeditado em 12/05/2008
Código do texto: T746303

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Sobre o autor
tilipe santos
Campos dos Goytacazes - Rio de Janeiro - Brasil
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tilipe santos