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SOLIDÃO
 
Quando à tardinha chega,
eu penso nela, e pela praia
começo a andar.

Imagino assim seu lindo olhar,
sua boca pronta a minha alma tentar.
Recordo da mesma palhoça,
bem próximo ao quebra-mar
onde em noites enluaradas
íamos nos encontrar.
 
Seu corpo sedento de cálida paixão
pedia-me cada vez mais para lhe amar,
nosso néctar sempre fora a água do mar.
Assim, nossos corpos viviam alento,
no vai e vem de uma emoção.
E hoje eu desvaneço ao recordar
que tudo fora apenas um sonho, talvez
uma quimera de uma triste solidão.
 
Alexandre Oliveira
Enviado por Alexandre Oliveira em 21/11/2007
Código do texto: T746364

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Sobre o autor
Alexandre Oliveira
Cabedelo - Paraíba - Brasil
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Alexandre Oliveira