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O refúgio do Poeta

Cai à noite
cheira a planta
No campo

          [Céu nublado...

Falas e risos,
sorrisos campestres
Pureza na alma

No caminho iluminam,
vaga-lumes toda parte
Que presente!
Adonai, isto foi lindo

Chega madrugada,
sons, bichos todo lado
Aranha verde pela porta
corta o caminho dos andantes

Puros ares,
pulmões adentram
Curam meu corpo
Lavam minha alma
Purificam meu espaço

O poeta encontra seu refúgio



"Em Santa Branca, sítio da minha prima Laura"
Enivaldo Ramos
Enviado por Enivaldo Ramos em 22/11/2005
Reeditado em 22/11/2005
Código do texto: T74656
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Sobre o autor
Enivaldo Ramos
Mogi das Cruzes - São Paulo - Brasil, 37 anos
15 textos (834 leituras)
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Enivaldo Ramos