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SEM DESTINO!

Asfalto negro
estrada solidão e sol a pino.
Eu, moto mochila e emoção sem destino.
Passo por cercas e riachos
vejo negros em seus despachos
viajo nas minhas nostalgias
enquanto ao lado há um riacho
imensidão à minha frente em todos os lugares que passo.
Trago comigo alem das saudades, um violão que adoro
e na mente musicas, poesias e emoções a tira colo.
Ao longe uma cabana a beira mar
brisa,mar, ondas até um cargueiro a fumegar.
De Repente uma nuvem negra se aproxima
e chuva já bate em meu rosto fria e fina
e lágrimas se misturam a chuva que cai
são as saudades de entes que vem e vai.
O barulho da moto se mistura nos trovões da chuva
não posso parar nesta água revolta e turva.
Hoje é outro dia.
Os pássaros cantam e as gaivotas voam
o dia resplandece
dos pássaros os cantos ecoam
é hora de seguir o meu destino
cavalgo minha moto com ímpeto e desatino.
Vento ao peito cabelos ao vento
a um sonho a seguir
sem destino não sei onde parar e onde ir.
Busco aquilo que ainda não encontrei
talvez o acaso,o futuro talvez...não sei.
No fim do horizonte talvez eu o ache inteiramente
no poente eu me encontre finalmente.
Dúvidas intermináveis me habitam,não sei...
Mas enquanto houver o amanhã buscarei o que não encontrei.
Diney Marques
Enviado por Diney Marques em 23/11/2007
Reeditado em 09/03/2017
Código do texto: T749387
Classificação de conteúdo: seguro

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Sobre o autor
Diney Marques
Uberaba - Minas Gerais - Brasil
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Diney Marques