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AS COISAS QUE EU NÃO FIZ

AS COISAS QUE EU NÃO FIZ

É assim: fica sempre algo por fazer.
Primeiro, acode-se ao dever.
Faz-se o que é fundamental.
Considera-se, que se fez o essencial.
Mas há empreendimentos, que se abdicaram.
E, que se excederiam, ao que é a obrigação
se tivessem sido alcançados.
Não haveria em mim essa certeza.
Do que deveria ter feito, e ainda o não fiz.
Mas conquistarei ainda um novo tempo.
Em que essa lacuna, será vingada.
E então, quando nos relógios do tempo,
o tempo contar; eu já estarei.
a coordenar, o que deveria ter feito.
E, numa perfeição, que afluirá ao meu jeito.
Multiplicarei todos os meus feitos.
Que embora não feitos.
Baloiçavam no ar como que a implorar.
Esperando, que eu os lobrigasse.
Todos eles, que eram o grande plano
Do amor, sonho e encantamento.
Das coisas mais simples da existência.
Aquelas que nos fantasiam.
Aquelas tão suspiradas.
Que excedem os nossos anseios.
Principalmente as mais proibidas.
Os grandes tabus da cobardia.
Que pertencem ao grande mar da vida.
E que são o grande sal da temperança.

De t,ta
23-11-2007
12:06
Tetita
Enviado por Tetita em 25/11/2007
Código do texto: T751717

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Sobre a autora
Tetita
Setúbal - Setúbal - Portugal
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