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Amor

Quando vi os teus olhos de fogo,
Sob a pouca luz...
A minha alma alucinou-se e não respondeu mais.
Na essência da nudez da boca
Mergulhei o beijo
Profundo, profano, uivando entre palavras cada emoção,
Que te deixei tonta; Por um segundo perdida,
Na maioria das vezes, vencida...
Uma fera perfeita desinibida.
Abusei da escuridão,
Me lambusei em suas mãos...
Foi um temporal de emoções,
Cujas roupas não refrearam culpas,
Nem os medos se fizeram de rogado,
Quando o calor e a loucura se fizeram em nós.
Foi tanta ânsia, tanta fome, que o tempo se perdeu.
Cresceu a nossa fantasia
Em harmonia...
Pele, suor e vontade
Desenhavam no chão pedaços de um amor num mundo só meu e teu.
Em silêncio, quietamente inofensivo, ouvindo os versos do teu gemido,
Nasci, como homem em teu leito;
Nasceste, como mulher em meu peito.
E juntos, da paixão, forjamos esse sentimento puro...
Esse amor sem muro, essa voz, no futuro.



 
Alberto Amoêdo
Enviado por Alberto Amoêdo em 26/11/2007
Código do texto: T753851
Classificação de conteúdo: seguro
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Sobre o autor
Alberto Amoêdo
Macapá - Amapá - Brasil, 51 anos
1330 textos (18531 leituras)
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Alberto Amoêdo