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Destino amargo

De cabeça à toa, caminhando ao Luar,
Mostras altivez, com tua fronte erguida,
De estatura pequena e estrutura regular,
És bom camarada, basta que eu o diga…


Lamentas-te do passado amargurado
E eu sei bem dar esse valor…
Agradece a Deus, por te ter amparado
Nesse caminho  tortuoso, onde te deu seu calor.


Tu sofreste, eu sofri e não esqueceu…
Tu consegues ser Homem de humor;
Eu sofri, mas em mim só ficou dor…


Ambos vítimas… do destino já  passado
Quanto te admiro seres  bem humorado
Mas eu não posso, meu coração arrefeceu!…

Odete Simões
Enviado por Odete Simões em 28/11/2007
Código do texto: T756603

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Sobre a autora
Odete Simões
Portugal, 91 anos
68 textos (408 leituras)
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Odete Simões