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MÁXIMAS

Enquanto minha dor for tua, tudo bem
Minha vida desatenta e tola
Contanto que seja igual, tolero
É o problema
Quando dividimos tudo, fica fácil
Aceitar as convenções e as tolices
O sono e o tapa olho
As santas e os deuses de tolo
Mas quando vejo um sinal aqui dentro,
Um túnel com escuridão diferente
Aí é que a dor espanta
E a incerteza impera
É o momento derradeiro, onde a morte é palpável
E o Universo me faz lembrar...grandioso...
Sou um nada

Alexandre Matos
Enviado por Alexandre Matos em 30/11/2007
Código do texto: T759561
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Sobre o autor
Alexandre Matos
São Paulo - São Paulo - Brasil, 38 anos
44 textos (1758 leituras)
(estatísticas atualizadas diariamente - última atualização em 20/10/17 11:09)