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A linha do correto

Não escrevo por escola literária
Também não escrevo por amores já partidos.
Escrevo porque gosto. E não me importo.
Que de tanto escrever, confundo realidade com sonho vivido.

Mas não podendo comer os ditongos e hiatos,
Pois o correto não é cove e sim couve
Assim diz a gramática, mas não acredito!
O que é presente agora, no futuro já não terá mais sido.

E as linhas que te prendem no caderno,
São as mesmas que te prendem pela vida.
A poesia não limita-se ao papel,
A vida não limita-se as linhas.

Por tentar recender a alegria,
Talvez transpôs a tristeza.
Em indulgência da carne procura.
Em Santo Graal adoeça.

No campo alvo da doçura.
Na selva de pedra uma razão...
Viver o terno infinitamente,
Ou viver a dúvida da solidão.

A morte: razão da vida.
A vida: Em razão da morte
A fusão dos opostos impossível?
Jogo os dados para a sorte....

Alan Brito de Mello
Enviado por Alan Brito de Mello em 01/12/2007
Código do texto: T760439

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Sobre o autor
Alan Brito de Mello
Poá - São Paulo - Brasil, 28 anos
183 textos (7438 leituras)
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