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SOMOS TUDO...DO NADA!



Não venha me dizer que o amor é
terno nesta forma de expressão...

gritos só conseguem assustar e espantar o coração,
riscos somente servem para machucar
a história de um sonhador,
manchas carregam respingos de
coisas que não deram certo!

E nós,
misturados ao indefinido,
somos o dito,
o fito,
o grito,
o grifo do acaso!...

Nada!

Absoluto!

Amando!

Amados!

Jamais amantes!...

Dos gritos,
dos riscos,
dos ciscos que fazem chorar,
do amargor da lembrança,
da esperança amarelecida e
apodrecida na curva da estrada!

Tudo do nada!

©Balsa Melo
22.12.06
Paraíba

 
BALSA MELO (POETA DA SOLIDÃO)
Enviado por BALSA MELO (POETA DA SOLIDÃO) em 02/12/2007
Código do texto: T762335
Classificação de conteúdo: seguro

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Sobre o autor
BALSA MELO (POETA DA SOLIDÃO)
Uberaba - Minas Gerais - Brasil
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BALSA MELO (POETA DA SOLIDÃO)