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Figuras lingüisticas e poéticas...

Metáforas caminham sorridentes
nos versos do poeta insone...
Falando "bom dia", desejando "boas vindas"
a quem tem olhos e alma aberta para vê-las!

Eufemismos riem, discretas, do tombo da hiperbole...
que morrendo de pressa e caiu em cima da sinestesia
sentindo seu doce perfume sedutor!

Catacrese reclama que nunca lembram dela
Falam nela o dia inteiro, mas não conversam com ela...
Sua menina dos olhos até enche de lágrimas!
Chega a silepse e consola sua amiga!

Paradoxos e antíteses de mãos dadas
caminham juntas pela praça ensolarada
beijando-se apaixonadamente...
Contradição e antonimo, que casal lindo!?

A ausência de conjunção deixou assindeto choroso...
querendo companhia e encontrou a ironia para conversar...
Ironia numa sensibilidade íncrivel disse "Que sorte infeliz!"

Enquanto isso, no outro lado da praça...
Os "quê" e "e" se encontram na mesma frase...
contam as novidades e gritam intusiastamente
"Isso é o que um polissindeto é capaz, hahaha"

E esse livro de eternas possibilidades
que são as figuras de linguagem...
estão à disposição sempre
que algum poeta insone precisar...
Basta apreciá-las e chamá-las!


Verônica dos Santos
Enviado por Verônica dos Santos em 02/12/2007
Código do texto: T762424

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Sobre a autora
Verônica dos Santos
Uberaba - Minas Gerais - Brasil, 30 anos
346 textos (24976 leituras)
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Verônica dos Santos