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Poema da Meia-Noite

Mãos cansadas
Olhos doloridos
Bocejos repetidos
As letras são escritas com a dor
A cabeça dói
O corpo cambaleia na cama de um lado para o outro
Mas as palavras vão saindo
Frases se formando
O coração se esvaziando
E o poema surgindo

A vista se embaça
As mãos tremem
Sucessivas paradas
Varias piscadas
O sono não passa
E os sonhos não vem

Muda-se de posição
Deita, vira, rola
Reabre-se o caderno
As mãos doem
O corpo reclama
O caderno se fecha
As mãos descansam
E o poema está pronto
Anjo Enfermeiro
Enviado por Anjo Enfermeiro em 04/12/2007
Reeditado em 08/12/2007
Código do texto: T765135
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Sobre o autor
Anjo Enfermeiro
Rio de Janeiro - Rio de Janeiro - Brasil, 35 anos
198 textos (6738 leituras)
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Anjo Enfermeiro