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A mentira

Bate insistentemente a minha porta
Vestida com a luz demente
Acredita na  consciência torta
Nos olhos que sobre mim aprende

Cansará de seus apelos
Na soleira resguardada
E desnudará  seus esmeros
Por saber de mim sequer um nada

Vagará pelo escuro mundo
A buscar quem lhe dê abrigo
Eu dormirei em sono profundo
Meu eterno silêncio será o seu castigo.
Paula Cury
Enviado por Paula Cury em 27/11/2005
Reeditado em 27/11/2005
Código do texto: T77069

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Sobre a autora
Paula Cury
São Paulo - São Paulo - Brasil, 47 anos
114 textos (8469 leituras)
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Paula Cury