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Vejo as latentes veredas...

Vejo as latentes veredas
Tão escuras como a noite
Não há luz, nem estrelas
Vejo marcas profundas
Tão lacerantes, vergonhosas
Não há escrúpulos, são irreais
Vejo a língua em trocas
Tão verdes e desgostosas
Não mede mistérios, só vogais
Vejo o falso nestas caras
Tão distantes, abruptas
Não há remorso, solidão apenas
E aquilo que não vejo
É por que a noite me protege
E se tanto calo, são apenas palavras.

Peixão89
Peixão
Enviado por Peixão em 25/03/2005
Código do texto: T7876
Classificação de conteúdo: seguro
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Sobre o autor
Peixão
Santo André - São Paulo - Brasil, 56 anos
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