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De quantas solidões...

De quantas solidões
Faz-se uma vida
De quantos copos
Encharca-se a vida
Naquela janela
Já não vejo o Sol
A pouca luz que brilha
Os meus olhos
Ao som vagaroso
Pena feito pensamento
Do tempo que não é meu
Tão pouco seu
Esvazia-se à plenitude
Dessa voz rouca & triste
Coração cansado, explode num copo, num bar,
Sonho, criança, solidão, sem ter tempo, para chorar ou falar,
Corro os dedos pelos seus cabelos
E tento perder-me, num beijo a seco, para não pensar,
De quantas solidões faz-se uma vida
Sem querer enganar-me,
Sem querer enganar-te
So querer, querer-te,
De quantas
Solidões
Faz-se
E desfaz-se
Uma vida.

Peixão89
Medo de Amar - 1984
Peixão
Enviado por Peixão em 25/03/2005
Reeditado em 30/08/2009
Código do texto: T7895
Classificação de conteúdo: seguro

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Sobre o autor
Peixão
Santo André - São Paulo - Brasil, 57 anos
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