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Para começar 2001...

Para começar 2001...

A impertinência do descaso
Faz água na ampla rede
De contínuo, vociferando ao acaso
Água, sempre água
Na areia da vida como se nada,
Absolutamente nada fosse possível
A falsidade posa como uma grande teta,
Volumosa, ciosa e acalentadora
Promovendo uma suposta certeza
De bem-estar, de calmaria,
Para depois mostrar sua face devassa,
Magra e pestilenta aos descuidados
E tomar sua essência polilha e ricta
Desmoronando ao sabor das águas
Fluidificada na ignorância
Daqueles que se acham inatingíveis
Para fazer bem feito
É preciso muito mais que paciência
Por fixação de idéia, pertinência
E controlar os excessos
E até mesmo, a falta de vontade de outros com seus imediatismos
Tudo para não ser enredado no grande mar de incompetência.

Se você duvida de alguma fase de sua vida, talvez tenha que viver mais alguns anos para acreditar que nada pode mudar sua vontade de ir além. Se
você não acreditar, bem, comece viver de novo.

Peixão89
Peixão
Enviado por Peixão em 26/03/2005
Código do texto: T8010
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Sobre o autor
Peixão
Santo André - São Paulo - Brasil, 56 anos
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