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Versos de olhos fechados.

Quem? Não.
Eu, eu mesmo!
Olhe pra cima, me veja,
Aqui estou, tão grande, tão longe.
Nas naves voando
E no chão tu.
Tu? Não me importa.
Éres apenas... Mais um.
Qualquer. Coisa.
Entre sóis, e estás como que
No núcleo.
De um planeta qualquer.
À tua frente, sou como um
Alienígena. Algo, desconhecido.
E me amas, até o amanhecer,
Até o alvorecer, até padecer.
E sigo eu, na MINHA vida,
Indiferente.
Adeus. Fostes mais um. Lixo.
Surgido deste mundinho,
Mundano.
Pancho
Enviado por Pancho em 06/12/2005
Código do texto: T81801
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Sobre o autor
Pancho
Sorocaba - São Paulo - Brasil, 30 anos
33 textos (1091 leituras)
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