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A dialética do que não é passado...

A dialética do que não é passado
Passando o passo da não fala
Falado o não ser e o não é
Para ninguém ver o trem que acabou de passar
Passe de ponto de vista na esquina da São João
Tudo quanto é santo, demônio, ou nada a ver com isso
O tesão que passa desapercebido
Voz que fala da voz que ouve o telefone na estação Stephen Bishop na
onda, Cherry and the nigth, toghether,
Oh! yeah, outra vez nesta onda, quase cintilante
Nem sei se é isso mesmo, deve ser
Colecionador de moedas talvez!
A Rita Lee está certa de novo
Novato é aquilo ou aquele que não quer ver
Todos têm na sua vida uma temporada de montanha
Fala que fala, máscara que falada, fala, falante, falta
Tocada, topa de novo com a fala
Próxima parada, qualquer uma tão boa como a outra
A outra que ficou na esquina daquela rua sem luz
Luz da Estação da Luz, sinal de partida
No principio do feriado, Tiradentes poxa!
É noite, sem sexo, sem perdão, sem fôlego, sem cigarro
Sem fome, sem medo, sem nada, nada
nda.

Peixão89
Peixão
Enviado por Peixão em 28/03/2005
Código do texto: T8240
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Sobre o autor
Peixão
Santo André - São Paulo - Brasil, 57 anos
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