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Eu reparto as cartas...

Eu reparto as cartas
Sêlos do mundo, mundo, que mundo
Cartas para lá e para cá
Mais uma rodadinha, vinho, pinga e cigarro
Um catarro na pia
O olho na janela
Sombra e luz, fina chuva
Os olhos se enganam com o que vêem
A minha espera, esperança torcida
Uma geral no cabelo caindo aos montes
Milho para cá e para lá
São cartas tomadas
Fim de jogo, fim de tudo, será?
Foram tantas palavras diluídas na privada
Um vômito atônico no verbo
A TV nem está ligada
Mas vejo a desgraça
Invadiram, quem diria, é invadiram
Sim, o meu direito de ser apenas eu
Querem me alistar nesta crise
Não, não sou culpado, não, não, não e não.

Peixão89
Peixão
Enviado por Peixão em 28/03/2005
Código do texto: T8303
Classificação de conteúdo: seguro
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Sobre o autor
Peixão
Santo André - São Paulo - Brasil, 56 anos
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