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Até Que Se Murchem Todas As Flores

Até que se murchem todas as flores
E a morbidez destrua as claras cores
Hei de cultivar meus falsos amores
E meu coração ser carcomido pelas dores.

No vinho, meu sangue há de se alimentar
Nos becos das trevas, me deleitar
Na luz da lua, hei de descansar
Na sepultura úmida, onde irei me eternizar.

Mas até a última batida do meu coração
Meu suplico pela vida, minha aberração
Até a última gota de vinho do meu coração
Há de saciar minha sede por maldição.
Júnior Leal
Enviado por Júnior Leal em 29/03/2005
Reeditado em 23/09/2008
Código do texto: T8494

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Sobre o autor
Júnior Leal
Lagoa Santa - Minas Gerais - Brasil, 31 anos
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Júnior Leal