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Deixa eu cantar a vida

Deixa eu cantar a vida

Saber-te assim tão triste
Sem caminhos que te guiem
Ou te levem
Faz minha alegria emudecida
Um cantar silencioso
Teu desacreditar um mundo novo
Na aurora que vai nascendo
Ou que já raia no fim do dia
Faz do meu canto melancolia
Por não saber tua alegria

Ah,  se eu pudesse
Trazer num raio de sol
O guia da caminhada mansa
Fazer brotar um sorriso
E ouvir na tua voz a melodia
Que a vida será vivida
Vivida como der e vier
E que tudo enfim, é lindo
Porque estás onde deve estar
Porque és quem deve ser
E porque o mundo não para de girar.

A vida passa tão ligeira
Não nos permite arrepender
Para abrir os olhos entristecidos
E recomeçar uma outra vez.

Então, se não cantas
Deixe que eu cante minha alegria
Que eu guie minha vida
Esbanjando a vida que vive em mim
porque a vida será vivida
Vivida como der e vier
E que tudo enfim, é lindo
Porque estou onde devo estar
Porque sou quem devo ser
E porque o mundo não para de girar.

Paula Cury
Paula Cury
Enviado por Paula Cury em 17/12/2005
Código do texto: T86984

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Sobre a autora
Paula Cury
São Paulo - São Paulo - Brasil, 47 anos
114 textos (8472 leituras)
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Paula Cury