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O que há?

O que há?
De Iolanda Brazão


O que é que há?
Por que me olhas assim?
E falas coisas sem sentido...
Não entendo esta sua atitude
Muito menos as palavras que dizes
Acusas-me do que?
Não posso pagar por um crime
Que não cheguei a cometer
Tua vida tuas escolhas e atitudes
Estiveram sempre em tuas mãos
Agora me acusas pelas tuas escolhas
Por não saberes conduzir teu próprio caminho
Ah, agora falas em espinhos.
E os jardins de rosas que não soubeste cultivar
Lembras? Já esqueceste?
Ou simplesmente fazes questão de ocultar
E assim jogar todas as culpas
Para quem sempre te estendeu a mão
Não culpes ninguém por tuas falhas
Para acertas às vezes temos que errar
Já diz o ditado:
Errar é humano
Permanecer no erro e burrice
Então, para de me olhar!
Deixa de blasfemar
Pois é chegada a hora
Da sua vida mudar
Agora por favor, me deixe!
Já estou farto de ingratidão
Segue teu caminho
Vou agora em outra direção.



Iolanda Brazão
Enviado por Iolanda Brazão em 18/12/2005
Código do texto: T87852

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Sobre a autora
Iolanda Brazão
Rio de Janeiro - Rio de Janeiro - Brasil
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Iolanda Brazão