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O TEMPO






 

O tempo passa e a gente nem percebe

dos rastros que ficaram na saudade.

Ontem chorei ao senti-la tão viva em mim.

O seu sorriso, sua face matreira.

Seus poemas, sua alma desnudando

e sendo você em amor pleno.

Passe o tempo que passar...

Você estagnou em um canto e nunca se apartou...

Nada sei de você, mas gostaria de saber,

De poder sentir novamente as emoções

 que me fizeram vibrar um dia.

Nunca alguém penetrou tão profundamente como você.

Aprendi a ser e a amar contigo.

A ser sincera e verdadeira.

Pois você era a imagem da perfeição.

E hoje...

Neste longo tempo passado

Percebo o quanto você me completava

e era a minha outra metade perdida.

Era uma coesão perfeita de corpo e alma

Foi amor gritante, suplicante, vibrante, extasiante, delirante.

Amor de morrer em cada ato, em cada fato,

Em cada loucura de sermos nós na impossibilidade de sermos.

Por orgulho de terceiros que interferiram em nossas vidas.

Bestamente, hipocritamente destruíram um grande amor.

Mas não conseguiram destruir a essência

 e nem este amor que perdura por longa caminhada,

Mesmo sendo estradas diversas, caminhos desencontrados.

Mas o que importa é que esse amor ainda vive em mim

Como sei que ainda é vivo em você.

E um dia a gente se reencontra.

Minha alma diz sim.

Meu pensar quer.

Minha saudade te busca.

Meu amor te espera.


zelisa camargo
ZEL
Enviado por ZEL em 25/12/2004
Código do texto: T921
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Sobre a autora
ZEL
Aparecida de Goiânia - Goiás - Brasil, 69 anos
311 textos (33940 leituras)
8 e-livros (803 leituras)
(estatísticas atualizadas diariamente - última atualização em 08/12/16 14:33)
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