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Doei


O que me pedias, todas as horas, todos os dias
Minha esperada morte súbita
Sei o quanto, mesmo que repentina sabias dela
Vi o cravo na lapela, o candelabro e a vela
Sei que longa foi a espera pelo abraço derradeiro
Bonito o vestido feito de flores e folhas
Maravilhoso o rodopio em cima do muro
Equilibrando com o brilho acinzentado das estrelas
Nossa risada - Como nos divertimos
Nosso lindo encontro fatal
Acabou
Sei, sei. Sempre soube
Já não precisas repetir
Todas as horas, todos os dias...
Não foi bonito, não foi feio
Foi um encanto
Meu castelo, minha cortina, meu solar
Meu desabrochar para o sol
Coincidiu com a chuva caída pela vida inteira
Mas dei-te a mim...
Meu sono eterno pelo teu largo sorriso
Verônica Aroucha
Enviado por Verônica Aroucha em 05/01/2006
Código do texto: T94638

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Sobre a autora
Verônica Aroucha
Recife - Pernambuco - Brasil
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Verônica Aroucha