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AOS NOSSOS OLHOS:

Aos nossos olhos

Quando...
Criança eu ouvia.
Um velho, que dizia.
Com, toda sua sabedoria.
Que, fazer poesia...
Não era apenas, escrever.
Frases, ou, versos dizer.
Que, nas mãos, devia ter.
Olhos da alma, para ver.
Nos encantos, da natureza.
O amor, que nos dará a certeza.
Que, até mesmo a tristeza.
Aos nossos olhos, vira poesia.
Velho, sei, que jamais, tu, lestes.
Uma poesia, jamais tu escrevestes.
No anonimato, tu, vivestes.
Jamais leu, porque, ler, tu não sabias.
Mas, do seu jeito, tu fazias.
Eu entender, o que me dizias.
Hoje, do meu jeito, vou escrever.
Este poema, que pra ti, vou ler.
Pois, como iria te esquecer.
Velho, tu és minha poesia!

Volnei Rijo Braga
Enviado por Volnei Rijo Braga em 12/01/2006
Código do texto: T97630
Classificação de conteúdo: seguro

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Sobre o autor
Volnei Rijo Braga
Pelotas - Rio Grande do Sul - Brasil, 69 anos
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Volnei Rijo Braga