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BAÚ DOS AMORES

Marcado por andar
sem nunca fazer morada,
o poeta sempre perde a bússola.

Mergulhado na insolente emoção
o ardido archote
empalma o facho da Poesia.

Luz para olhos antigos
– flama indormida –
o coração cantando alegorias
na permanente ilusão.

De tantas estripulias
– da estrela d'alva ao poente –
luzes coroam eternos motivos
para o canto.

São almas simples:
perpassam a inocência permanente
aos olhos roxos de esperanças.

– Do livro BULA DE REMÉDIO, 2006/2009.
http://www.recantodasletras.com.br/poesias/98493
Joaquim Moncks
Enviado por Joaquim Moncks em 13/01/2006
Reeditado em 01/06/2009
Código do texto: T98493
Classificação de conteúdo: seguro

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Sobre o autor
Joaquim Moncks
Porto Alegre - Rio Grande do Sul - Brasil, 70 anos
2581 textos (709683 leituras)
(estatísticas atualizadas diariamente - última atualização em 06/12/16 12:22)
Joaquim Moncks