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APELO DA NATUREZA


A natureza implora o seu favor
e roga sua proteção,
para que possa integralmente
oferecer-se à humanidade,
à vida.

Se morre a natureza,
a humanidade morre.
E morre toda espécie de animal.
Morrem as árvores, os rios...
Tudo, tudo que é vivo morre.
Nem fica a lesma que enseje o recomeço!

Para que não aconteça
esse desastre estúpido,
atenda o apelo
e proteja a natureza do irreversível desgaste
e da poluição.

Proteja sua mãe,
a minha mãe,
a mãe de todas as coisas do Planeta Terra,
e assim,
proteja-se a si mesmo e ao seu filho,
a vida!

 Ânsia  de amar e de sentir o gozo
do amor - o aroma, a essência consumada,
a Musa anda nos campos, no ditoso
horário em que o sol abre a alvorada.

Atenta aos quatro pontos cardinais,
beija-lhe a face a brisa da manhã.
Cantam os pássaros e canta, mais,
a alegria da flora, a alma pagã.

A floresta tem alma e Deus a incita,
no constante trabalho, na bendita
arte de recriar perpetuamente.

E enquanto cria Deus, a Musa a ausculta
e inspira a natureza na labuta
de se multiplicar pela semente


João Justiniano
Enviado por João Justiniano em 14/01/2006
Código do texto: T98708

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Sobre o autor
João Justiniano
Salvador - Bahia - Brasil, 96 anos
619 textos (19599 leituras)
13 e-livros (1027 leituras)
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João Justiniano