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NÃO DEVIA TER CRIDO...

Quando, em doce sussurro, eu lhe dizia
qu'inda amor, como o meu, ninguém sentira,
você acreditou, mas não devia:
- Era mentira!

Quando afirmei que tudo era verdade
e, sem você, a vida era um tormento,
você pensou haver sinceridade:
- Foi fingimento!

E, quando, finalmente, eu estendia
a minha mão, tremente, sobre o abismo,
na verdade ter crido não devia:
- Era egoísmo!...
Julio Sayão
Enviado por Julio Sayão em 15/01/2006
Código do texto: T99084
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Sobre o autor
Julio Sayão
Rio de Janeiro - Rio de Janeiro - Brasil, 93 anos
65 textos (39436 leituras)
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Julio Sayão