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O meigo e mórbido silencio das flores.


Essa névoa
Coberta de bondade e de flor
Que por agora sorri e canta
Uma doce canção de juntar memórias

Essa névoa
Um estranho
Alguém que me fizesse saber de mim
Algo que já não me envolve.

E depois,
Aquele som de martelo
Aquela voz
O mato seco
As folhas velhas
A poesia
A primavera

Coisas que vão facilmente
Que à gente mal encanta
Que aqui agora nesse momento
Embaladas numa manhã de vinho e de vento
Despertam
O meigo e mórbido silencio das flores.
ULISSES de ABREU
Enviado por ULISSES de ABREU em 29/11/2006
Reeditado em 29/11/2006
Código do texto: T305181

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Sobre o autor
ULISSES de ABREU
Viçosa - Minas Gerais - Brasil
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