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Poetas Malditos (homenagem)

Não são das flores que o poeta fala
Nem das fendas e riscas encantadas
Recuperadas as letras lançadas na vala
Do amor verdadeiro ao conto de fadas.

Baudelaire, um mestre do dizer perfeito
Que das paixões e da vida tudo entendeu
Engrandecendo o mundo onde muito é desfeito
Amparando Hermes e narciso no seu caduceu.

Verlaine, príncipe dos malditos poetas
Condenado por encontrar no corpo seu rumo
Junto das prostitutas fizera suas festas,

E a esta simples poeta tira do prumo.
Amados homens a tantos outros inspiram
Pecados aos grandes sentidos instigam.
Cris Vilanova
Enviado por Cris Vilanova em 03/09/2005
Reeditado em 09/09/2006
Código do texto: T47301
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Sobre a autora
Cris Vilanova
Rio de Janeiro - Rio de Janeiro - Brasil, 35 anos
57 textos (4226 leituras)
(estatísticas atualizadas diariamente - última atualização em 10/12/16 16:35)
Cris Vilanova