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PARABÉNS ÓH MEU AMADO! (II)

SOnetos do Poeta Malume (Manoel Lúcio de Medeiros).


Parabéns, oh meu amado! Desejo-te mil buquês,
Não pergunte os “porquês”, são coisas do coração!
Quando na vida se ama, a alma jamais se engana,
A vida nunca reclama, pois sabe a quem escolher!

Na medida sim do certo, para não se constranger,
Os momentos fazem à vida, e nesta data querida,
Eu falo de coração, podem existir outras datas,
Mas como esta tão grata, ainda estou para ver!

Que esta hora de afeição, traga um gozo que inunde,
Que tua alma se imune, de qualquer consternação!
A gente quando se alegra o peito sempre se entrega,

Sem a menor restrição, é fruto da gratidão!
Na alegria fraterna, o peito é como cisterna,
“Tudo de bom se conserva, enchendo o coração!”.

HISTÓRICO: Soneto composto e dedicado ao Dr: João Batista Medeiros, Engenheiro Agrônomo e Advogado, por ocasião da festa do seu aniversário, realizado em Aracajú, Sergipe.


Direitos autorais reservados.


Malume
Enviado por Malume em 26/11/2005
Código do texto: T76709
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Sobre o autor
Malume
Fortaleza - Ceará - Brasil
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