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ELE DESENHAVA CIDADES

Princesa borboleta: a tua simplicidade é mãe deste poema, foi ela que me inspirou
Sejam bem vindos à utopia!
ELE DESENHAVA CIDADES

As mais belas
Que queiram imaginar
Ele desenhava cidades
Onde toda a gente gostaria de morar
Onde viviam
Pessoas de todos os credos e cores
Pessoas diferentes
Com todos os odores
Que passeavam
Pelas suas ruas
Pelas suas torres
Inundavam o ar
Como no campo fazem as flores
Porque esses prédios eram enormes
E as cidades maiores ainda
Mas ligeiras como as mais belas aldeias
Que toda a gente aproxima
Pois toda a gente se conhecia
Ninguém era estranho
Todos tinham um nome
Era indiferente o tamanho
Destas Pólis
Do futuro
Que podiam ser muito bem o presente
Religião nova
Que procura crentes
Pois só na crença profunda
Podemos acreditar
Que os dias que ai vêm
Nos farão sonhar
E para as fazer
Pegava na mais bela poesia
Nas mais tocantes sinfonias
Na utopia mais doce
Nos mais puros sentimentos
Eles eram o que unia o impossível
Seu indestrutível cimento
Da aspiração sem tempo, sem idade
Os dias do amanhã saiam dentro de si
Porque

Ele desenhava cidades
Miguel Patrício Gomes
Enviado por Miguel Patrício Gomes em 12/05/2006
Código do texto: T154673

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Sobre o autor
Miguel Patrício Gomes
Portugal
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Miguel Patrício Gomes