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Eu, a sonhar, desenhava
uma pressuposta rosa
mas meu era apenas
o orvalho
que a quase rosa
colhia
As pétalas sobrepostas
eram linhas encantadas
que eu, criança,
seguia 
Desembaraçadas
as linhas
ficou minha alma exposta 
ao frio
à ventania
veio o sol
queimou-me
as cores
Eu era a rosa
que abria
Ficou um fruto vermelho 
a sangrar
por toda a vida
Ficou o sonho
perpétuo 
do belo
na minha vida
Vento algum
me o varreu
nem sal
de pranto o queimou
neves algumas
gelaram 
minha alma de menina. 


13/12/2002
Maria Petronilho
Enviado por Maria Petronilho em 22/08/2006
Reeditado em 10/09/2006
Código do texto: T222483
Classificação de conteúdo: seguro

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Sobre a autora
Maria Petronilho
Almada - Setúbal - Portugal, 64 anos
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