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BEM-VINDA

À Doce e eterna Borboleta, que hoje voltou a voar até aos meus mundos, ao meu jardim secreto de onde espero que não volte a sair, porque sem o seu perfume, esse jardim é um campo de cinzas:

                          BEM-VINDA
Aos meus mundos
Que suplicavam por ti
Estavam demasiados frios
Precisavam do teu calor
Precisavam
Que estivesses de novo
Em meu redor

Bem-vinda

Com as tuas
Doces borboletas
E anjinhos de encantar
E eu estou tão feliz
Por comigo
Gostares de
Voltar a estar

Bem-vinda

À minha imensidão
Que
Sem ti
É um espaço vazio
Porque
És imensa
Fazes sentido
Pois
És a razão
Da minha falta de lógica
Coração
Quando me estou transformado em gelo
Chave
Que abre o meu segredo
Palavra
Quando estou vazio
Estrela
Quando as nuvens
Não me deixam
Ver o céu
Porque esta noite
E nas noites seguintes
Sei que o meu belo sonho
Também
Poderá ser o teu

Bem-Vinda!
Miguel Patrício Gomes
Enviado por Miguel Patrício Gomes em 23/09/2006
Código do texto: T247373

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Sobre o autor
Miguel Patrício Gomes
Portugal
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Miguel Patrício Gomes