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A MORTE DISFARÇADA DE VEZ

Era uma vez,
a historia da vez.
Porque tudo tem sua vez.
Se tem a primeira vez,
também tem a ultima vez.
Tudo na sua vez.
Eu sei que não tenho a vez,
a não ser que espere a minha vez.
Foi esperando a minha vez
que escrevi a história da vez.
Eu não conheci nenhuma vez,
mas gostaria de te-la visto uma vez,
mas mesmo não tendo visto uma vez
me despeço de vez.
Ontem foi sua vez,
você se foi de vez,
nunca mais a verei outra vez.
Sei que não fará isso outra vez,
mas não deveria fazer nenhuma vez.
Há certas coisas que a primeira vez
também é a última vez.
E nunca mais se repetira outra vez.
E assim terminou a história da vez.
E vou perguntar outra vez.
Se hoje foi sua vez;

Quando será a minha vez?



Resende 31 de outubro de 2006
Ofside
Enviado por Ofside em 31/10/2006
Reeditado em 10/02/2014
Código do texto: T278102
Classificação de conteúdo: seguro

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Sobre o autor
Ofside
Rio Claro - Rio de Janeiro - Brasil
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