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HORIZONTES**

Abrir horizontes, virar a página,
acreditar no hoje, no agora.
Fazer do daqui a pouco o já.

Toda palavra,
toda pá lavra a terra,
toda palavra guardada,
toda palavra dada,
toda dádiva, toda vida.

Fazer do pouco o suficiente
e do quase nada o bastante.
O distante é meta
e meter as caras.

Não há muro intransponível
e noite que não chegue ao dia.
Não há meta impossível de se almejar.
É só por alma naquilo que se faz.
Força e vontade demovem pedra e veto.

As queixas são lágrimas,
página virada.
Lamentos são murmúrios do passado.
Vontade é o que move o mundo e coragem.
Mudar,
muda dá,
brotar,
saber conquistar.


cp-araujo@uol.com.br
Célio Pires de Araujo
Enviado por Célio Pires de Araujo em 12/07/2005
Reeditado em 21/10/2006
Código do texto: T33421

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Sobre o autor
Célio Pires de Araujo
São Paulo - São Paulo - Brasil
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