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A alegria do achar que se pode amar

È como quando um sufocado,
Fica preso entre a garganta e o peito,
Tão simples quando um camponês com seu arado,
Tão complexo quando conduzir a amada ao leito.

E quando a visão turva te engana,
Os olhos enegrecidos,
Mas perfeitamente vê-se a chama,
Quando o coração desaperta o adormecido.

E seus passos trôpegos,
Cambaleiam com firmeza altiva,
Em direção a ela, mais um fôlego,
Antes de confissão desatina.

Mas eis que face-a-face.
O sufoco aperta a garganta,
E o peito farta-se com o cálice,
Que comporta água santa

Só resta cair aos seus pés,
E chorar em alegria ampla
Não há porque esconder quem és,
Diante de quem se ama!
Gustavo Fernandes
Enviado por Gustavo Fernandes em 15/10/2005
Código do texto: T60047
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Sobre o autor
Gustavo Fernandes
Olinda - Pernambuco - Brasil, 34 anos
55 textos (2018 leituras)
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Gustavo Fernandes