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Um poeta não morre

Quem vai me libertar?
Estou preso no abismo da poesia.
É tão gostoso sentir, poder me expressar.
Quero falar de amor, da vida, mas sem melancolia.

Ser poeta é viver, sentir o sangue correr,
ser intuitivo, mediúnico.
É estar atento ao que as pessoas não veem.
É ser sempre oriundo.

Não quero a liberdade!
Vou cair no abismo.
Posso dizer que a morte é fonte para a eternidade,
e também, que a vida tem um lado infinito.

- Quando eu morrer vão lembrar de mim com emoção.
Vão sentir saudades e chorar quando lerem o que escrevi,
pois minhas palavras estarão enraizadas em seus corações.

- Quando um poeta morre, a sua poesia resiste!
Deus não deixará as palavras ficarem turvas ou corrosivas,
pois quando recitam os versos de um poeta, as suas almas estão vivas!

Publicado no meu primeiro livro solo, "Ensaio Poético".
Para aquisição, envie e-mail para:

tuliordrogues8@gmail.com
ou acesse: http://poetatuliorodrigues.blogspot.com/
Tulio Rodrigues
Enviado por Tulio Rodrigues em 21/09/2007
Reeditado em 22/01/2010
Código do texto: T662493
Classificação de conteúdo: seguro

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Sobre o autor
Tulio Rodrigues
São Gonçalo - Rio de Janeiro - Brasil, 33 anos
109 textos (5818 leituras)
9 áudios (308 audições)
(estatísticas atualizadas diariamente - última atualização em 24/10/17 00:55)
Tulio Rodrigues