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IGUALDADE...


áh! Como eu amo essa terra...
Essa gente tão da gente
Esse povo secular
Essa nau a viajar.




áh ! Comme j'aime cette terre...
Ces gens aussi des gens
Ce peuple séculaire
Ce navire à devoyager.


Em meu peito vive a tremular
A bandeira  dessa terra
Dividida na metade
Pois também a muita saudade .

Dans ma poitrine vit à tremular
le drapeau de cette terre
Divisée dans la moitié
Donc d'aussi à beaucoup de nostalgie.


Saudade dos pagos do meu Rio Grande
Da querencia amada e florida
Da família e dos amigos que lá deixei
No rincão gaúcho jamais esquecido .

Nostalgie des salaires de ma Rio Grande
de la querencia aimée et fleurie
 de la famille et des amis que j'ai là laissé
Dans la rincão gaucho jamais oublié.


Nas cores da bandeira de Portugal
Tremula tb o colorido da flâmula Rigrandense
Olhando elas hasteadas são as duas aclamadas
Símbolos de irmandade imperecível.


Dans les couleurs du drapeau du Portugal
Trémolo tb le coloris de la flambe Rigrandense
En regardant elles montrées sont les deux  acclamé des
Symboles de fraternité impérissable.


Um facto muito curioso ...
As duas Bandeiras de parecem...
Nas cores e na disposição de desenhos.
Beijos aos meus conterrâneos Brasileiros e Gaúchos e aos Poetas Portugueses do Recanto...
É para todos nós esse texto de carinho pelas nossas origens!




Wanda Ayala
Enviado por Wanda Ayala em 03/05/2006
Código do texto: T149416

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Sobre a autora
Wanda Ayala
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