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PARA CÉLIA LAMOUNIER

 
Célia, do meu coração,
carinhos. Muito obrigado
pela bondade e o cuidado
da tua divulgação.
Na verdade, este João,
ele é o próprio passarinho,
que se agasalha no ninho
do sempre sim, manca não!

O amor no meu coração
vem do ventre da mamãe
aos albores da manhã...
Desculpa a falta de Rima.
A rima da mulher mãe,
Chama-se mãe e mulher!

Não sabe o filho, jamais,
por muito que saiba e entenda,
o que é escrito na legenda
do coração de seus pais.
Nunca os muitos cabedais
do mundo inteiro, têm prenda
que renda tanto, que renda
como o amor das catedrais.

Catedrais... Diria os pais...
Pais... digo, primeiramente,
a mãe, santa mãe da gente!
Célia, isto aqui expressado,
é para dizer presente
a ti, meu muito obrigado!
 
 joaojustiniano@terra.com.br
www.joaojustiiano.net
João Justiniano
Enviado por João Justiniano em 10/06/2006
Reeditado em 29/07/2006
Código do texto: T172866

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Sobre o autor
João Justiniano
Salvador - Bahia - Brasil, 96 anos
619 textos (19599 leituras)
13 e-livros (1027 leituras)
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João Justiniano