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VÊ BEM AS MINHAS MÃOS

À Sónia Borboleta Imperatriz e Rainha, porque acho que também fazes parte dos Eleitos
VÊ BEM AS MINHAS MÃOS

Elas nada têm para te dar
Apenas o infinito
Que gostaria
Que ambos pudéssemos explorar

Vê bem as minhas mãos

Possuem algumas feridas
Que estão a cicatrizar
Podia ser sozinho
Mas sei que estás ai para me ajudar

Vê bem as minhas mãos

São elas que escrevem mundos
São elas que dão corpo aos meus versos
Onde és figura principal
Amiga
Deste lindo universo

Vê bem as minhas mãos

Elas estão aqui
Para te segurar
Quando sentires que não tens força
Para de alguma maneira continuar

Vê bem as minhas mãos

Elas fazem a magia
Do teu sorriso
Poder aparecer
Elas por ti
Têm esse estranho poder

Vê bem as minhas mãos

Estão em prece pela tua pessoa
No meu altar das estrelas
Numa sagrada oração
Pedem aos meus Deuses
Que te dêem protecção

Vê bem as minhas mãos

Que te darão festas
Quando te sentires combalida
Estão
Estendidas
Para te dar
O que quiseres
Pois embora te ache um sol
Ele não brilha para sempre
Por isso estou aqui
À tua espera
Fielmente presente

Vê bem as minhas mãos…
Miguel Patrício Gomes
Enviado por Miguel Patrício Gomes em 04/07/2006
Código do texto: T187190

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Sobre o autor
Miguel Patrício Gomes
Portugal
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Miguel Patrício Gomes