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NÃO DEIXES

À Sónia Princesa Imperatriz Borboleta Rainha, Doce amiga
                                NÃO DEIXES

Que as lágrimas
Te cavem rugas
Na tua face de borboleta
Tu és mais do que a dor
Trazes contigo
A beleza
De todo um imenso planeta

Que esse canto triste
Que estás sempre a ouvir
Te ocupe tudo
Até o teu existir

Que os sonhos desfeitos
Sejam os teus dias futuros
O sonho morre
Mas nunca a esperança
Pois quem perde a esperança
Deixa-se cercar por muros

De onde nada vê
Nem consegue existir
Sendo a natureza neles
Algo que não pode subsistir
Porque tens asas imensas
Belas como a mais bonita
Das imaginações
Liberta a alma
E voa, voa
Escreve no ar
A mais bela das canções
Que canta o que és
A maravilha de o seres
E enquanto não fechares os olhos
Nem pelo mais negra das noites
Mesmo quando te julgares ensandeceres
Verás que há pessoas que gostam de ti
Pelo que tu és e vais mostrando
Essas pessoas lutam
E lutarão sempre contigo
Interdependentemente de onde estejas
Ou vás morando
Pela minha parte
Limito-me a tocar-te ao de leve no ombro
Dar-te o mais profundo dos sorrisos
Dizendo-te ao ouvido
“Doce borboleta
Para a eternidade
Tens aqui um amigo!”

Não deixes!

Miguel Patrício Gomes
Enviado por Miguel Patrício Gomes em 23/07/2006
Código do texto: T200287

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Sobre o autor
Miguel Patrício Gomes
Portugal
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Miguel Patrício Gomes